A FILHA DA…

A FILHA DA…

Sobre o Espetáculo

REGINA DUARTE e GABRIELA DUARTE

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A FILHA DA…

comédia nonsense de Carlos Eduardo Silva

adaptação e direção-geral de Darson Ribeiro

com CLAU CARVALHO e VINICIUS TARDELLI

COMEMORANDO SESSENTA ANOS DE CARREIRA E OITENTA DE IDADE REGINA DUARTE

VOLTA AO PALCO AO LADO DA FILHA GABRIELA DUARTE

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O Teatro BDO Jaraguá foi o escolhido por uma das maiores atrizes brasileiras, para o retorno ao palco ao lado da filha em personagens também de “mãe e filha”. 

A peça é A FILHA DA… uma comédia nonsense de Carlos Eduardo Silva premiada em 2000 num Concurso do Ministério da Cultura, adaptada e dirigida por Darson Ribeiro, que traz no elenco Vinicius Tardelli (marido) e Clau Carvalho (secretária).

“Lemos inúmeros textos numa pesquisa de mais de um ano porque eu queria que a plateia se divertisse conosco como nós estamos nos divertindo nos ensaios com essa escolha – sem contar que sempre quis encenar algo ao lado da Gábi, e o texto é praticamente de utilidade pública porque debocha do maniqueísmo e do maneirismo brasileiro, numa estética altamente nonsense, fácil de ser assimilada”, afirma Regina.

A FILHA DA… é uma comédia nonsense ambientada nos anos noventa, sobre uma mulher obcecada em querer ser a princesa Diana, que numa bela manhã ao ver a foto do Príncipe Charles estampada na primeira página do principal jornal do país, num ‘ato sintomático’ atira na foto em defesa da princesa pela traição do príncipe, e acaba por matar o próprio marido, que então lia o jornal. Tendo apenas a mãe, uma

funcionária-pública como aliada, começa um plano mirabolante para se livrar do crime numa sequência de atos duvidosos que no teatro são até cabíveis, mas que na vida real têm sido normalizados, e assim, as duas levam o público ao delírio, até o bucólico final já em Londres, onde, sentadas no Hyde Park, compartilham do funeral da Princesa Diana.

“É nessa avaliação sob uma atmosfera leve e perspicaz que as duas acabam se dando conta que nada mudou em anos da situação econômica e política do Brasil, e é quando então, minha personagem toma uma decisão que vai mudar a vida dela pra sempre”, completa Gabriela Duarte.

O projeto ainda é composto por um documentário idealizado por Gabriela em homenagem à mãe, que vai mostrar intimidades de uma Regina dona-de-casa, mãe, artista plástica, avó e atriz, além do processo de ensaio da peça.

60 ANOS DE CARREIRA da “Namoradinha do Brasil”   

Regina Duarte foi quem escolheu comemorar seus 60Anos de carreira ao lado da filha Gabriela Duarte, e seus 80 de idade em fevereiro 2027.

A dupla mais famosa da teledramaturgia brasileira estará unida pela primeira vez no palco depois do sucesso estrondoso dessa dobradinha “mãe e filha” da novela “Por Amor” da TV Globo…  e, justamente, interpretando “mãe e filha”.

A estreia está prevista para 27/08/26, às 20h numa grande festa comemorativa, após a sessão de estreia.

Regina e Gabrielaatuaram juntas em relevantes projetos – todos de grande sucesso, como nas novelas Top Model e Por Amor; na minissérie Chiquinha Gonzaga, e em A Lei do Amor, tornando-se internacionalmente conhecidas (visto a reprise em outros países), cuja convivência cotidiana continua saudável e intensa, ainda que cada uma no decorrer dos anos de atuação, buscaram caminhos diferentes, ressaltando a importância do “individual” no composto humano.

Duração: 60 minutos

Faixa Etária

TEATRO BDO JARAGUÁ:

Rua Martins Fontes, nº 71, Centro (Metrô Anhangabaú), São Paulo, SP

Temporada:

Temporada: De 28/08 a 13/12/26

Sextas e sábados, às 20h e Domingos, às 18h

VALORES PARA GRUPOS

INTEIRA R$ 220,00 MEIA R$ 110,00 

Mínimo 50 lugares

PAGAMENTO 50% ADIANTADO NO ATO DA RESERVA E COM 30% DE MEIA E 70% DE INTEIRAS OU QUANDO A PRODUÇÃO SOLICITAR A ANTECIPAÇÃO DO PAGAMENTO.

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544

 

PERGUNTE ALGUMA COISA

PERGUNTE ALGUMA COISA

Sobre o Espetáculo

Daphne Bozaski e Gabriela Medvedovsky, juntas pela primeira vez

no teatro, na peça “Pergunte Alguma Coisa”

Texto inédito de Gustavo Pinheiro foi escrito especialmente para as duas atrizes

Um atraso. Uma mentira. Um encontro inesperado. Este é o ponto de partida da peça “Pergunte alguma coisa”, que reúne no palco, pela primeira vez, duas das mais queridas jovens atrizes do Brasil: Gabriela Medvedovsky e Daphne Bozaski. A amizade e parceria das duas vem de longe, quando protagonizaram a novela “Malhação – Viva a Diferença” (2017), o spin off “As Five” (2020) e, mais recentemente, na novela das nove “Três Graças” (2026).

Agora, as atrizes tem um primeiro encontro marcado nos palcos. Escrita especialmente para Daphne e Gabriela por Gustavo Pinheiro (autor de “Dois de Nós”, com Antonio Fagundes e Christiane Torloni, “A Lista”, com Lilia Cabral e “A Tropa”, com Otavio Augusto), “Pergunte alguma coisa” discute e explora uma das questões mais recorrentes nos dias de hoje: quais são os limites entre o que é humano e o que é criado pela tecnologia? Ao longo da temporada, Gabriela e Daphne se revezam nas personagens em diferentes dias, fazendo com que o público nunca saiba quem estará interpretando qual papel.

“Temos visto, cada vez mais, recursos digitais e tecnológicos invadindo áreas que até então eram essencialmente humanas. Todo dia há alguma matéria no jornal falando sobre isso, jovens que fazem terapia com ChatGPT, pessoas se casando com inteligência artificial… as fronteiras entre verdade e mentira parecem cada vez mais borradas e o espetáculo, com duas excelentes atrizes, me parece uma oportunidade preciosa de discutirmos – e rirmos! – disso tudo, com inteligência e acidez”, explica o autor.

Gabriela concorda que a inteligência artificial está rompendo as barreiras da realidade. “Já não se pode confiar no que se vê. Vivemos um tempo de constante dúvida: o que é de fato real? A peça propõe aprofundar a reflexão do tempo em que vivemos, das relações que construímos, das verdades que acreditamos. Como atriz, me interessa trazer para pauta discussões como estas e que envolvam o público, para que a conversa comece no palco e siga reverberando fora dele”, diz Gabriela.

A opinião é compartilhada por Daphne Bozaski. “Até que ponto nós já estamos totalmente absorvidos pelas facilidades da tecnologia? Será que conseguimos pesquisar numa Barsa? E se um fio romper e ficarmos por muito tempo sem comunicação de internet… Será que conseguimos lidar com nossas vidas cotidianas sem nos expor, sem ter a validação do outro? Me questiono sobre isso! Quando Gustavo e Guilherme Gobbi nos chamaram para esse projeto, pensei: É sobre isso! Esse projeto me instiga, traz de uma maneira bem escrita e com uma boa dose de bom humor, temas que me atravessam. Que oportunidade boa para quem nos assiste, se divertir e se questionar sobre inquietações como essas minhas… Que oportunidade! Criar com esses artistas que tanto admiro. Acredito que a arte, mais principalmente o teatro, tem a grande importância de nos fazer refletir sobre a vida. Quem sabe encontramos juntos caminhos para responder essas minhas perguntas e tantas outras”, afirma.

Para Guilherme Gobbi, que estreia na direção em “Pergunte alguma coisa”, a peça oferece a oportunidade de trabalhar com duas atrizes que conhece bem: Gobbi foi o responsável por fazer a escalação das atrizes para o trabalho em “Malhação”. “A inteligência artificial já é uma realidade, e seus desdobramentos nas nossas vidas seguem despertando fascínio e medo. O teatro, para mim, é o lugar ideal para discutir temas urgentes como esse. Sempre admirei a maneira como o Gustavo imprime humor e sofisticação em sua escrita, e estou muito feliz em dirigir um texto seu. Soma-se a isso a alegria de trabalhar com duas atrizes extraordinárias, que acompanho há anos e que atravessam um momento brilhante de suas trajetórias”, explica Gobbi.

O diretor convidou a atriz e diretora Debora Lamm para a interlocução artística da montagem. “Desde que começamos a falar desse projeto, o nome da Debora Lamm me veio imediatamente à cabeça. Nossa afinidade artística vem de longe. Temos um olhar semelhante para o trabalho do ator e para a cena. Ao longo do tempo, fomos cultivando o desejo de nos encontrarmos nos palcos. Quando a ideia dessa peça surgiu, tive a sensação clara de que ele oferecia o terreno ideal para isso. Nossas inquietações convergem diretamente com o universo proposto pelo texto do Gustavo”, explica. A direção de produção de “Pergunte Alguma Coisa” é de Celso Lemos.

Duração: 60 minutos

Faixa Etária

TEATRO TUCARENA:

Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes

Temporada:

de 06 de agosto a 11 de outubro (quinta a domingo)

HORÁRIOS: 5ª, 6ª e sábado às 20h, dom às 17h

VALORES PARA GRUPOS

INTEIRA R$ 150,00 MEIA R$ 80,00 

Mínimo 20 lugares

PAGAMENTO 30 DIAS ANTES  DO ESPETÁCULO OU QUANDO A PRODUÇÃO SOLICITAR A ANTECIPAÇÃO DO PAGAMENTO.

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544

 

MEU DEUS

MEU DEUS

Sobre a Espetáculo:

Meu Deus!

Bianca Bin e Sérgio Guizé apresentam “Meu Deus”. Garanta seu ingresso para esse espetáculo imperdível.

A história se passa num dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Bianca Bin, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Sérgio Guizé, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia.

Quando ele chega, apresenta-se como sendo Deus. Deus profundamente deprimido com a situação do Paraíso que um dia criou.

Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo do contrário e salvar o mundo, e isso se dará ao longo dessa divertida peça e com revelações surpreendentes de como seria realmente encontrar com DEUS!

Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas.

A terapeuta perguntará ao Todo Poderoso, questões que provavelmente qualquer mortal quisesse saber.

O público reage a cada pergunta levantada por Ana por que, de fato, o espectador sente-se no lugar dela.

DURAÇÃO: 80 minutos

TEATRO DAS ARTES

Av. Rebouças, 3970, loja 409 – Pinheiros

Temporada:

do dia 31 de julho a 27 de Setembro

Sexta e Sábados ás 20 horas e Domingos ás 17 horas.

Preços para Grupos:

Tabela de Preço:

Valor da Meia Entrada Platéia Central R$90,00 Inteira R$ 170,00

Plateia Lateral Meia R$80,00 Inteira R$ 150,00

Balcão (2 andar) R$70,00 Inteira R$ 130,00

RESERVA VÁLIDA PARA GRUPOS A PARTIR DE 12 PESSOAS.

PAGAMENTO:

PAGAMENTO 25 DIAS ANTES DO ESPETÁCULO,MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544

 

MENO MALE

MENO MALE

Sobre a Espetáculo:

Sobre o evento

Misturando comédia, crítica política e emoção, a peça acompanha o encontro explosivo entre dois mundos completamente diferentes: o da tradicional Mooca italiana e o dos bastidores do poder em Brasília e São Paulo. Entre paixões secretas, ambições políticas, confusões familiares e diálogos irresistíveis, Meno Male retrata com inteligência e muito humor um Brasil onde interesses públicos e privados vivem perigosamente misturados. A montagem promete arrancar gargalhadas do público ao mesmo tempo em que provoca reflexões sobre poder, família e as transformações da cidade de São Paulo.

Elenco

Texto: Juca de Oliveira. Direção: Léo Stefanini. Elenco: Nuno Leal Maia, Marcelo Faria, Joaquim Lopes, Suzy Rêgo, Antoniela Canto e Naiara de Castro.

DURAÇÃO: 60 minutos

TEATRO RENAISSANCE

Alameda Santos 2233, São Paulo – SP

Temporada:

Estreia dia 12 de Junho (sexta). até 30 de Agosto

Horários:Sextas às 20h; Sábados às 21h e Domingos às 18h30

Preços para Grupos:

 PREÇO ÚNICO R$ 90,00 (meia);

Reservas para grupos a partir de 12 ingressos.

PAGAMENTO:

PAGAMENTO 20 DIAS ANTES DO ESPETÁCULO ,MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

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7 MULHERES E UM MISTÉRIO

7 MULHERES E UM MISTÉRIO

Sobre a Espetáculo

Com grandes atrizes, a comédia 7 MULHERES E UM MISTÉRIO – O MUSICAL, inspirado em peça francesa, estreia em 31 de julho no 033 Rooftop do Teatro Santander.

Inspirado na peça de teatro 8 FEMMES, do escritor francês Robert Thomas, a montagem musical tem direção de Ricardo Grasson e Heitor Garcia, com adaptação e canções originais de Anna Toledo. O projeto faz parte da programação dos 10 anos do Teatro Santander

A célebre comédia policial 8 Femmes, de Robert Thomas, escrita nos anos 60, ganha pela primeira vez uma adaptação brasileira para o teatro musical. Em 1962, Nathalia Timberg, Suely Franco, Dulcina de Moraes e outras cinco atrizes consagradas deram vida a esta obra. Nesta nova montagem de 7 Mulheres e Um Mistério – O Musical, que estreia no dia 31 de julho, no 033 Rooftop do Teatro Santander, a adaptação e canções originais são de Anna Toledo, a direção artística é de Ricardo Grasson e Heitor Garcia e direção musical de Thiago Gimenes, com produção geral de Bruna Dornellas e Wesley Telles, da WB Produções.

Preservando a tradição de sempre ser interpretada por grandes nomes, o elenco, formado por Alessandra Maestrini, Bruna Guerin, Laura Castro, Letícia Soares, Malu Rodrigues, Stella Miranda e Verónica Valentino, dará corpo a uma história repleta de segredos, mistérios e surpresas, envolvendo o público numa trama onde sete mulheres se reúnem para celebrar o Natal — até que um crime inesperado vira tudo de cabeça para baixo. Presas no mesmo espaço, sem contato com o exterior e desconfiando umas das outras, elas são obrigadas a investigar o mistério… enquanto tentam esconder suas próprias mentiras. Com músicas e composições originais, o espetáculo mantém a essência da trama original protagonizada por grandes atrizes dessa geração.

A obra de Robert Thomas é reconhecida como um clássico do suspense policial. O sucesso duradouro revela sua habilidade em criar histórias envolventes que resistem ao tempo. “É uma dramaturgia cheia de detalhes, aguçada, precisa, preciosa. É um texto que lendo hoje, vemos que é mais atual do que nunca. Ele fala sobre as relações humanas, sobre o jogo de poder nas dinâmicas do relacionamento familiar. Eu acho que a vibração, a importância desse texto é essa. Por isso transcende ao tempo, como as grandes obras”, aponta o diretor Ricardo Grasson. 

Ainda sobre a atemporalidade, o diretor Heitor Garcia destaca outras pautas presentes na história, como etarismo, papéis de gênero e preconceito na relação entre patrão e funcionários e também bissexualidade. Tudo isso aparece no texto original, que se passa no interior da França nos anos 50. “Vamos revisitar a época em que a história foi escrita, ampliar e observar o quão as questões daquela época ressoam até hoje. A obra distancia essas histórias do realismo fechado da literatura policial, e essa distância é aquela fornecida por um confortável “não leve totalmente a sério”, o que nos proporciona como diretores ampliar deliberadamente esse distanciamento autoirônico e aproximar/transformar a história em farsa.

Responsável pela adaptação e pelas músicas originais, Anna Toledo encarou o desafio de compor para contar a história, usando a música como fio condutor das cenas, a favor de cada interpretação. A escolha pelo tom e pela linguagem também imprimem originalidade ao espetáculo. Na peça francesa, Huit Femmes, de Robert Thomas, existe uma tensão permanente criada pelo confinamento das personagens em um único ambiente, que vai dando vazão a ressentimentos e segredos guardados. “Ao adaptar essa trama para uma comédia musical, eu imaginei que tudo teria que ser exacerbado – os segredos têm que ser bombásticos e as emoções, vulcânicas. Então a música entra para trazer à tona estes sentimentos, virar tudo de ponta cabeça e revelar o que está oculto”, conta. 

Tanto a peça original (Huit Femmes) como as adaptações cinematográficas (Huit Femmes e 7 Donne e um Mistero) foram escritas por homens. Em todas as versões há somente personagens femininos em cena, mas o conflito gira em torno de um único homem: A morte misteriosa do patriarca.  “O desafio que eu mesma me propus foi multiplicar estes conflitos para criar personagens femininos com motivações mais complexas. Neste sentido, o protagonismo feminino não se dá apenas pela presença de atrizes mulheres, mas também pelas ações das personagens, que passam a ser movidas por desejos além da necessidade de validação pela figura masculina”, ressalta Anna Toledo.  

O autor, a obra e os prêmios

Robert Thomas foi um escritor, roteirista, diretor e ator francês que ajudou a criar o gênero de comédia suspense. Em 1958, publicou o texto Huit Femmes (8 Mulheres), em 1961 o texto ganhou vida e virou um espetáculo teatral dirigido por Jean Le Poulain, ele também ganhou o Prix du Quai des Orfèvres que premia textos inéditos de mistério policial.

A obra de Robert Thomas é reconhecida como um clássico do suspense e do teatro policial. O sucesso duradouro é um testemunho da genialidade de Thomas como dramaturgo e de sua habilidade em criar histórias envolventes que resistem ao teste do tempo.

Em 1971 o espetáculo foi remontado pelo mesmo diretor. Em 2002 o François Ozon lançou a versão cinematográfica da peça, transformando para além do suspense e da comédia um filme musical. O filme ganhou um total de 31 prêmios, entre eles o César e o Urso de Prata. No teatro brasileiro, a primeira encenação do texto 8 Mulheres foi uma montagem da companhia da Dulcina-Odilon, dirigida por Luís de Lima em 1962. O elenco era formado por grandes divas, como Nathalia Timberg, Suely Franco, a própria Dulcina de Moares, Margarida Rey, Maria Fernanda, Maria Sampaio, Iracema de Alencar e Sônia de Moraes.

A peça voltou a ganhar uma adaptação em 2021 pelo cineasta italiano Alessandro Genovesi, que abriu mão do estilo musical e investiu em uma linguagem cinematográfica voltada para uma ambientação de mistério e suspense, e mudou o título da peça para 7 Mulheres e Um Mistério. O longa foi um sucesso na Netflix, sendo o filme de língua não inglesa mais assistido, com 9.89 milhões de horas assistidas.

SINOPSE
Na véspera de Natal, a festa de família é interrompida por um crime misterioso. Presas numa mansão isolada, sete mulheres precisam descobrir o culpado antes que um novo crime aconteça. Entre revelações surpreendentes e segredos de família, todas tem um bom motivo e um péssimo álibi.  Com uma sequência alucinante de confissões absurdas, alianças improváveis e rivalidades hilárias, 7 Mulheres e Um Mistério – O musical é uma comédia cheia de reviravoltas, mistérios e personagens tão exagerados quanto irresistíveis.

Tagline: Na véspera de Natal, a festa de família é interrompida por um crime misterioso. Presas numa mansão isolada, as sete mulheres da casa precisam descobrir o culpado antes que um novo crime aconteça!

O que é: comédia musical, suspense, mistério, musical brasileiro.  

DURAÇÃO: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos)

033 Rooftop

Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo – Complexo JK Iguatemi


Temporada:

31 de julho a 04 de outubro de 2026.

Sextas 20h. Sábados 16h e 20h. Domingos 15h e 19h.

Preços para Grupos

SETORES/VALORES

MESA PREMIUM: R$ 240,00 inteira e R$ 160,00 meia-entrada

PLATEIA SOFÁ: R$ 200,00 inteira e R$ 135,00 meia-entrada 

PLATEIA: R$ 160,00 inteira e R$ 110,00 meia-entrada

PLATEIA POPULAR: R$ 40,00 inteira e R$ 30,00 meia-entrada 

GRUPO COM MÍNIMO DE 20 LUGARES

PAGAMENTO:

30 ANTES A RESERVA DO  ESPETÁCULO, MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

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