MENO MALE

MENO MALE

Sobre a Espetáculo:

Sobre o evento

Misturando comédia, crítica política e emoção, a peça acompanha o encontro explosivo entre dois mundos completamente diferentes: o da tradicional Mooca italiana e o dos bastidores do poder em Brasília e São Paulo. Entre paixões secretas, ambições políticas, confusões familiares e diálogos irresistíveis, Meno Male retrata com inteligência e muito humor um Brasil onde interesses públicos e privados vivem perigosamente misturados. A montagem promete arrancar gargalhadas do público ao mesmo tempo em que provoca reflexões sobre poder, família e as transformações da cidade de São Paulo.

Elenco

Texto: Juca de Oliveira. Direção: Léo Stefanini. Elenco: Nuno Leal Maia, Marcelo Faria, Joaquim Lopes, Suzy Rêgo, Antoniela Canto e Naiara de Castro.

DURAÇÃO: 60 minutos

TEATRO RENAISSANCE

Alameda Santos 2233, São Paulo – SP

Temporada:

Estreia dia 12 de Junho (sexta). até 30 de Agosto

Horários:Sextas às 20h; Sábados às 21h e Domingos às 18h30

Preços para Grupos:

 PREÇO ÚNICO R$ 90,00 (meia);

Reservas para grupos a partir de 12 ingressos.

PAGAMENTO:

PAGAMENTO 20 DIAS ANTES DO ESPETÁCULO ,MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544

 

7 MULHERES E UM MISTÉRIO

7 MULHERES E UM MISTÉRIO

Sobre a Espetáculo

Com grandes atrizes, a comédia 7 MULHERES E UM MISTÉRIO – O MUSICAL, inspirado em peça francesa, estreia em 31 de julho no 033 Rooftop do Teatro Santander.

Inspirado na peça de teatro 8 FEMMES, do escritor francês Robert Thomas, a montagem musical tem direção de Ricardo Grasson e Heitor Garcia, com adaptação e canções originais de Anna Toledo. O projeto faz parte da programação dos 10 anos do Teatro Santander

A célebre comédia policial 8 Femmes, de Robert Thomas, escrita nos anos 60, ganha pela primeira vez uma adaptação brasileira para o teatro musical. Em 1962, Nathalia Timberg, Suely Franco, Dulcina de Moraes e outras cinco atrizes consagradas deram vida a esta obra. Nesta nova montagem de 7 Mulheres e Um Mistério – O Musical, que estreia no dia 31 de julho, no 033 Rooftop do Teatro Santander, a adaptação e canções originais são de Anna Toledo, a direção artística é de Ricardo Grasson e Heitor Garcia e direção musical de Thiago Gimenes, com produção geral de Bruna Dornellas e Wesley Telles, da WB Produções.

Preservando a tradição de sempre ser interpretada por grandes nomes, o elenco, formado por Alessandra Maestrini, Bruna Guerin, Laura Castro, Letícia Soares, Malu Rodrigues, Stella Miranda e Verónica Valentino, dará corpo a uma história repleta de segredos, mistérios e surpresas, envolvendo o público numa trama onde sete mulheres se reúnem para celebrar o Natal — até que um crime inesperado vira tudo de cabeça para baixo. Presas no mesmo espaço, sem contato com o exterior e desconfiando umas das outras, elas são obrigadas a investigar o mistério… enquanto tentam esconder suas próprias mentiras. Com músicas e composições originais, o espetáculo mantém a essência da trama original protagonizada por grandes atrizes dessa geração.

A obra de Robert Thomas é reconhecida como um clássico do suspense policial. O sucesso duradouro revela sua habilidade em criar histórias envolventes que resistem ao tempo. “É uma dramaturgia cheia de detalhes, aguçada, precisa, preciosa. É um texto que lendo hoje, vemos que é mais atual do que nunca. Ele fala sobre as relações humanas, sobre o jogo de poder nas dinâmicas do relacionamento familiar. Eu acho que a vibração, a importância desse texto é essa. Por isso transcende ao tempo, como as grandes obras”, aponta o diretor Ricardo Grasson. 

Ainda sobre a atemporalidade, o diretor Heitor Garcia destaca outras pautas presentes na história, como etarismo, papéis de gênero e preconceito na relação entre patrão e funcionários e também bissexualidade. Tudo isso aparece no texto original, que se passa no interior da França nos anos 50. “Vamos revisitar a época em que a história foi escrita, ampliar e observar o quão as questões daquela época ressoam até hoje. A obra distancia essas histórias do realismo fechado da literatura policial, e essa distância é aquela fornecida por um confortável “não leve totalmente a sério”, o que nos proporciona como diretores ampliar deliberadamente esse distanciamento autoirônico e aproximar/transformar a história em farsa.

Responsável pela adaptação e pelas músicas originais, Anna Toledo encarou o desafio de compor para contar a história, usando a música como fio condutor das cenas, a favor de cada interpretação. A escolha pelo tom e pela linguagem também imprimem originalidade ao espetáculo. Na peça francesa, Huit Femmes, de Robert Thomas, existe uma tensão permanente criada pelo confinamento das personagens em um único ambiente, que vai dando vazão a ressentimentos e segredos guardados. “Ao adaptar essa trama para uma comédia musical, eu imaginei que tudo teria que ser exacerbado – os segredos têm que ser bombásticos e as emoções, vulcânicas. Então a música entra para trazer à tona estes sentimentos, virar tudo de ponta cabeça e revelar o que está oculto”, conta. 

Tanto a peça original (Huit Femmes) como as adaptações cinematográficas (Huit Femmes e 7 Donne e um Mistero) foram escritas por homens. Em todas as versões há somente personagens femininos em cena, mas o conflito gira em torno de um único homem: A morte misteriosa do patriarca.  “O desafio que eu mesma me propus foi multiplicar estes conflitos para criar personagens femininos com motivações mais complexas. Neste sentido, o protagonismo feminino não se dá apenas pela presença de atrizes mulheres, mas também pelas ações das personagens, que passam a ser movidas por desejos além da necessidade de validação pela figura masculina”, ressalta Anna Toledo.  

O autor, a obra e os prêmios

Robert Thomas foi um escritor, roteirista, diretor e ator francês que ajudou a criar o gênero de comédia suspense. Em 1958, publicou o texto Huit Femmes (8 Mulheres), em 1961 o texto ganhou vida e virou um espetáculo teatral dirigido por Jean Le Poulain, ele também ganhou o Prix du Quai des Orfèvres que premia textos inéditos de mistério policial.

A obra de Robert Thomas é reconhecida como um clássico do suspense e do teatro policial. O sucesso duradouro é um testemunho da genialidade de Thomas como dramaturgo e de sua habilidade em criar histórias envolventes que resistem ao teste do tempo.

Em 1971 o espetáculo foi remontado pelo mesmo diretor. Em 2002 o François Ozon lançou a versão cinematográfica da peça, transformando para além do suspense e da comédia um filme musical. O filme ganhou um total de 31 prêmios, entre eles o César e o Urso de Prata. No teatro brasileiro, a primeira encenação do texto 8 Mulheres foi uma montagem da companhia da Dulcina-Odilon, dirigida por Luís de Lima em 1962. O elenco era formado por grandes divas, como Nathalia Timberg, Suely Franco, a própria Dulcina de Moares, Margarida Rey, Maria Fernanda, Maria Sampaio, Iracema de Alencar e Sônia de Moraes.

A peça voltou a ganhar uma adaptação em 2021 pelo cineasta italiano Alessandro Genovesi, que abriu mão do estilo musical e investiu em uma linguagem cinematográfica voltada para uma ambientação de mistério e suspense, e mudou o título da peça para 7 Mulheres e Um Mistério. O longa foi um sucesso na Netflix, sendo o filme de língua não inglesa mais assistido, com 9.89 milhões de horas assistidas.

SINOPSE
Na véspera de Natal, a festa de família é interrompida por um crime misterioso. Presas numa mansão isolada, sete mulheres precisam descobrir o culpado antes que um novo crime aconteça. Entre revelações surpreendentes e segredos de família, todas tem um bom motivo e um péssimo álibi.  Com uma sequência alucinante de confissões absurdas, alianças improváveis e rivalidades hilárias, 7 Mulheres e Um Mistério – O musical é uma comédia cheia de reviravoltas, mistérios e personagens tão exagerados quanto irresistíveis.

Tagline: Na véspera de Natal, a festa de família é interrompida por um crime misterioso. Presas numa mansão isolada, as sete mulheres da casa precisam descobrir o culpado antes que um novo crime aconteça!

O que é: comédia musical, suspense, mistério, musical brasileiro.  

DURAÇÃO: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos)

033 Rooftop

Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo – Complexo JK Iguatemi


Temporada:

31 de julho a 04 de outubro de 2026.

Sextas 20h. Sábados 16h e 20h. Domingos 15h e 19h.

Preços para Grupos

SETORES/VALORES

MESA PREMIUM: R$ 240,00 inteira e R$ 160,00 meia-entrada

PLATEIA SOFÁ: R$ 200,00 inteira e R$ 135,00 meia-entrada 

PLATEIA: R$ 160,00 inteira e R$ 110,00 meia-entrada

PLATEIA POPULAR: R$ 40,00 inteira e R$ 30,00 meia-entrada 

GRUPO COM MÍNIMO DE 20 LUGARES

PAGAMENTO:

30 ANTES A RESERVA DO  ESPETÁCULO, MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544

 

SETE MINUTOS UMA COMEDIA NO TEMPO CERTO

SETE MINUTOS UMA COMEDIA NO TEMPO CERTO

Sobre a Espetáculo:

A comédia inicia com o drama de um ator veterano que abandona o palco no meio da apresentação de Macbeth, irritado com celulares e outros incômodos vindos da plateia. Nos bastidores, o episódio desencadeia um embate sobre o pacto entre os atores e o público, e os limites dessa lúdica convivência. Entre humor e crítica, a peça é também uma declaração de amor ao teatro, definido pelo protagonista como “o último reduto de humanidade”. Antecipando a crise de concentração intensificada pela tecnologia, a peça questiona uma audiência habituada a blocos de atenção cada vez mais curtos — e reafirma o teatro como espaço de presença, escuta e encontro real. No elenco estão Norival Rizzo, Walter Breda, Fábio Esposito, Ana Andreatta, Conrado Sardinha e Natália Beukers.

A produção da montagem atual é uma iniciativa do Infoeteatro, e marca a primeira realização artística do Portal conduzido por Natália Beukers: “É muito gratificante para mim contar com o Fagundes e aprender com ele, com a sua vasta experiência, sobre a formação de público para teatro, o que tem tudo a ver com o projeto Infoteatro e com a mensagem da peça, que apenas um grande ator poderia traduzir com tanta propriedade. Um texto reflexivo, mas, ao mesmo tempo, muito engraçado”, afirma.

A relação de Fagundes com o espetáculo é atravessada por diferentes momentos de sua carreira: “A minha relação com o texto já tinha mudado lá na primeira montagem. Eu tinha escrito aquele texto, mas ele não era para mim como ator. Só que, de repente, percebi que aquele personagem era eu, de certa forma. Então, quando resolvi atuar no espetáculo, percebi que a minha visão de ator acrescentava coisas à minha visão de autor, e isso já configurava uma relação diferente com o texto. Agora, vou observar o texto como autor e também observar outros atores interpretando esse material. Então, realmente, vai ser um terceiro salto — bastante interessante”, avalia.

Sete Minutos, na montagem de 2002, chegou a receber mais de 200 mil espectadores, segundo Fagundes, que afirma o desejo de repetir o feito, embora sejam outros os tempos e também a estrutura do espaço. Em 2008, o Teatro Cultura Artística foi vitimado por um incêndio de grandes proporções, que destruiu completamente as duas salas de apresentação do local. “Ele tem uma relação diferente com a plateia, a capacidade da sala é outra, mas a localização já faz bater meu coração. Só de eu pegar o carro e ir naquela direção, já lembro dos 13 anos em que ocupei o Teatro Cultura Artística”, comenta o ator.

Também foi lá onde Antonio Fagundes escreveu parte da sua história com o teatro, considerado por ele como sede da companhia que fundou e liderou nos anos 80. “Foram, primeiro, 10 anos com a Companhia Estável de Repertório, e a sede, basicamente, era o Teatro Cultura Artística. Depois, quando encerrei as atividades da companhia, fiz mais três espetáculos lá. Foi algo muito importante na minha vida e no teatro em São Paulo. Está sendo muito emocionante voltar, inclusive com uma peça que estreei ali em 2002 e que ficou mais de um ano em cartaz só no Cultura Artística”, relembra.

Em comum, a formação de público como missão

Faz parte, tanto do texto quanto da montagem, a iniciativa de trazer o público para perto do teatro. Por isso, duas ações fizeram parte da preparação do espetáculo. Houve, em meados de março, uma primeira leitura pública do texto, com distribuição de 150 ingressos gratuitos. E ainda antes da estreia, a produção realizará ensaios abertos nos dias 18 e 25 de abril e 2 e 9 de maio, sempre às 14h, no auditório do teatro. Nesses encontros, o público acompanha o processo de criação do espetáculo, observando o desenvolvimento das cenas e o trabalho conjunto da equipe artística e técnica. E está previsto, ainda, que ao fim de cada apresentação da temporada, o elenco retorne ao palco para um bate-papo com a plateia (sujeito à disponibilidade dos atores).

O espetáculo Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo será viabilizado exclusivamente com recursos de bilheteria, sem leis de incentivo, modelo que o Fagundes adota desde a criação da Companhia Estável de Repertório, em 1982. “Tem sido muito importante aprender com ele uma forma de produzir que permite que a gente se liberte dessa lógica dos editais e leis de incentivo, que hoje está entranhada na produção teatral. É claro que tudo isso tem sua importância e utilidade cultural, mas também é fundamental buscar outros caminhos e provar que é possível”, pontua Natália.

Do texto à realização, Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo é um convite de presença ao público. Sobre o fato de o espetáculo tratar justamente do pacto entre elenco e plateia e os limites dessa convivência, Fagundes revela: “Ainda há pessoas que se recusam ou demoram a entender que a grande vantagem do teatro é exatamente a possibilidade de se entregar, sem interferências, àquele mundo mágico que o palco oferece. Um tempo mais aprofundado do que os outros veículos, como a televisão, o cinema e, principalmente, a internet, costumam proporcionar. Então, eu ainda sinto um pouco de pena das pessoas que resistem — mesmo estando dentro do teatro — a essa entrega. Mas acho que Sete Minutos conversa com a plateia nesse sentido e apresenta justamente as vantagens dessa entrega. Vamos ver se o espetáculo consegue mexer um pouco com a cabeça das pessoas nesse sentido”.

DURAÇÃO: 80 minutos

TEATRO CULTURA ARTISTICA

Rua Nestor Pestana, 196, Consolação, São Paulo, SP

Temporada:

Temporada: a partir de 21 de maio Até 1º de agosto –

Sessões sexta e sábado, às 20h, domingo, às 18h.

Preços para Grupos:

Setor 1 inteira R$ 150,00 e Meia R$ 60,00

Setor 2 inteira R$ 130,00 e Meia R$ 50,00

Setor 3 inteira R$ 110,00 e Meia R$ 40,00

Setor 4 inteira R$ 80,00 e Meia R$ 30,00

Reservas para grupos a partir de 15 ingressos.

Cortesia a cada 40 lugares

PAGAMENTO:

PAGAMENTO 20 DIAS ANTES DO ESPETÁCULO ,MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

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CAIXA 2

CAIXA 2

Sobre a Espetáculo:

Caixa 2

Fenômeno do teatro brasileiro, Caixa 2, de Juca de Oliveira, estreia no Teatro das Artes com grande elenco…

A comédia “Caixa 2” abre oficialmente suas vendas e chega a São Paulo para temporada no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado, com estreia marcada para o dia 17 de abril, reunindo um elenco formado por Paulo Gorgulho, Cassio Scapin, Taumaturgo Ferreira, Sophia Abrahão, Flávia Garrafa e Gabriel Vivan. A direção é de Alexandre Reinecke.

A montagem aposta na força do elenco para dar vida a uma trama super atual,  cheia de reviravoltas e situações cada vez mais difíceis de explicar. Em cena, os personagens se envolvem em uma engrenagem de decisões equivocadas, onde tudo parece sair do controle — para desespero deles e diversão da plateia.

Uma comédia satírica que mergulha nos bastidores da corrupção política no Brasil. Na trama, um banqueiro aparentemente respeitável se vê envolvido em um escândalo de desvio de dinheiro não declarado — o famoso “caixa 2”. A partir daí a história se desenrola com muito humor e ironia, expondo as contradições, hipocrisias e jogos de poder que sustentam esse sistema. Entre tentativas de acobertamento, alianças improváveis e situações absurdas, a peça revela como a corrupção pode estar mais enraizada e naturalizada do que se imagina.

Ficha Técnica
  • Texto: Juca de Oliveira
  • Direção: Alexandre Heinecke
  • Elenco: Paulo Gorgulho, Cassio Scapin, Taumaturgo Ferreira, Sophia Abrahão, Flávia Garrafa e Gabriel Vivan

DURAÇÃO: 70 minutos

TEATRO DAS ARTES

Av. Rebouças, 3970, loja 409 – Pinheiros

Temporada:

do dia 17 de abril a 17 de maio

Sexta e Sábados ás 20 horas e Domingos ás 17 horas.

Preços para Grupos:

Tabela de Preço:

Valor da Meia Entrada Platéia Central R$90,00 Inteira R$ 170,00

Plateia Lateral Meia R$80,00 Inteira R$ 150,00

Balcão (2 andar) R$70,00 Inteira R$ 130,00

RESERVA VÁLIDA PARA GRUPOS A PARTIR DE 12 PESSOAS.

PAGAMENTO:

PAGAMENTO 25 DIAS ANTES DO ESPETÁCULO,MAS A PRODUÇÃO PODE ANTECIPAR

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MARCELO RUBENS

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DOIS DE NÓS

DOIS DE NÓS

Sobre o Espetáculo

Parceiros há mais de 40 anos no cinema e na televisão, Antonio Fagundes e Christiane Torloni dividem o palco pela primeira vez na peça DOIS DE NÓS, reestreia no TUCA, São Paulo.

Thiago Fragoso e Alexandra Martins completam o elenco do espetáculo que tem direção de José Possi Neto e texto de Gustavo Pinheiro.

Fagundes e Torloni trabalharam juntos pela primeira vez há 43 anos, na série “Amizade Colorida” (1981) e, em seguida, na novela “Louco Amor”, ambas da TV Globo. Depois, contracenaram na telona, no filme “Besame Mucho” (1987). Há exatos 30 anos, em 1994, formaram um dos casais mais antológicos da teledramaturgia brasileira: Dinah e Otávio, em “A Viagem”. Os atores se encontraram pela última vez diante das câmeras em “Velho Chico” (2016), também da Globo.

Na comédia “Dois de Nós”, dois casais de gerações diferentes, se encontram num quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados trazendo à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre. “A peça propõe um jogo muito prazeroso e divertido para os atores e mais ainda para a plateia”, conta Fagundes, há 22 anos sem encenar um texto de autor brasileiro (o último foi “Sete Minutos”, de sua própria autoria).

De forma poética e bem-humorada, são abordados assuntos comuns aos casais, como rotina, filhos, dinheiro, tempo, realização profissional, desejo sexual, frustrações e mágoas, tudo à luz das mudanças velozes de comportamento, características da atualidade. Da interação dos personagens, emergem as picuinhas da intimidade, as questões mal resolvidas, as implicâncias, mas também as cumplicidades. “Estar com o meu querido Antonio Fagundes em ‘Dois de Nós’ é uma celebração dos nossos 40+2! Uma provocação para uma VIAGEM ainda mais bonita. Dessa vez pelos palcos, nossa casa, compartilhando emoções com novos companheiros como Alexandra e Thiago e… mais um reencontro com meu delicioso e rigoroso diretor, amigo, irmão, José Possi. Evoé!”, celebra Christiane Torloni.

O projeto surgiu em julho de 2023 no Ciclo de Leituras do Teatro Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, onde peças inéditas são lidas gratuitamente para o público. Na leitura de “Dois de Nós”, os 350 lugares do teatro ficaram lotados e outras 200 pessoas ficaram de fora. “As pessoas gargalhavam e se emocionavam também! Essa resposta que tivemos do público no dia da leitura foi muito marcante para nos incentivar a fazer a montagem”, relembra Alexandra Martins que, além de atriz, estreia como produtora executiva do espetáculo ao lado de Fagundes, dando continuidade à parceria de sucesso do casal no teatro, cinema e TV. Os dois estiveram juntos na comédia “Baixa Terapia” entre 2017 e 2023, arrebatando 400 mil espectadores em 600 apresentações entre Brasil, EUA e Portugal.

Fagundes e Martins conheceram o autor Gustavo Pinheiro quando assistiram à peça “A Tropa”, de sua autoria, em 2017. Desde então, acalentavam a vontade de trabalhar juntos. “Nestes últimos anos, tenho a alegria de poder dizer que ficamos amigos. Tive as primeiras ideias para a peça em 2018, então conhecer o Fagundes e a Alexandra foi um motivo perfeito para finalmente colocar o texto no papel, propondo um jogo onde o público é surpreendido a cada minuto e as certezas são postas em xeque a cada nova reviravolta”, conta Pinheiro, também autor dos sucessos “A Tropa”, com Otavio Augusto, e “A Lista”, com Lilia Cabral e sua filha, Giulia Bertolli.

Outro reencontro em cena é o de Fagundes com o ator Thiago Fragoso que, juntos, fizeram enorme sucesso na novela “Amor à Vida” (TV Globo). “Em primeiro lugar foi o elenco que me fez ser atraído por esse projeto, Fagundes e Chris Torloni são atores que não só admiro, mas que são exemplo e inspiração para mim. Quando li o texto então, já estava dentro”, conta Fragoso, que, além de novelas e séries de enorme repercussão, também dedicou boa parte da sua carreira ao palco em peças como “Romeu e Julieta” (1998), “O beijo no asfalto” (2000), “O Despertar da Primavera” (2001), “Veneza” (2005) e “Rock’n’Roll” (2009).

“DOIS DE NÓS é uma comédia que impõe e expõe ao espelho a história de dois casais contemporâneos e essencialmente brasileiros. Noves fora as rabugices e implicâncias que nos fazem morrer de rir, assistimos o desnudar de quatro personagens revelando suas dores e mazelas, suas vitórias e alegrias. Atravessam em uma hora e meia de espetáculo uma longa noite cumprindo o exercício fundamental do teatro que é enfrentar os deuses e mudar seu próprio destino”, afirma Possi Neto, um dos mais respeitados e premiados diretores do Brasil – vencedor, entre outros, de três Prêmios Mòliere; quatro Prêmios APCA e três Prêmios Mambembe –, e que trabalha pela primeira vez com Fagundes.

SINOPSE

Dois casais de gerações diferentes se encontram em um quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados e trazem à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre.

Duração: 90 minutos

Faixa Etária

TEATRO TUCA:

Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes

Temporada:

Temporada: A partir de 15 de janeiro
Até 31 de maio de 2026

Dias e horários: Quintas e sexta – 21h
Sábados – 20h
Domingos – 17h

Ingressos:

VALORES PARA GRUPOS

R$ 210,00 (inteira) R$ 110,00 (meia entrada)

Mínimo 20 lugares

PAGAMENTO 30 DIAS ANTES  DO ESPETÁCULO OU QUANDO A PRODUÇÃO SOLICITAR A ANTECIPAÇÃO DO PAGAMENTO.

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MARCELO RUBENS

11-9 9889-9544